EUA sancionam militares e empresas cubanas por relação com China, Rússia e Irã

O Departamento de Estado dos EUA impôs sanções a cinco empresas e oito indivíduos cubanos por suposto apoio a atividades militares.

As sanções visam subsidiárias do conglomerado militar Gaesa e uma empresa de reparo de aeronaves.

Entre os sancionados estão Álvaro López Miera e o general Roberto Legra Sotolongo, além de adidos militares na Rússia e na China.

O Departamento de Estado dos Estados Unidos anunciou nesta quinta-feira, 6, sanções contra cinco empresas e oito indivíduos cubanos, sob a alegação de que eles ajudaram o país a obter equipamentos militares.

O secretário de Estado americano, Marco Rubio, tomou a decisão com base em uma ordem executiva que o presidente Donald Trump assinou em maio, que ampliou as sanções contra autoridades do governo cubano e aliados.

"O regime comunista cubano é um patrocinador estatal do terrorismo que espiona a América, arma radicais violentos de esquerda, dissemina uma ideologia marxista venenosa e serve como base de apoio para Rússia, China e Irã a apenas 90 milhas de nossas costas", disse Rubio, em publicação no X.

Segundo o Departamento de Estado, as sanções têm como alvo subsidiárias do conglomerado militar Gaesa, uma holding militar, além de uma empresa militar de reparo de aeronaves. Entre os indivíduos punidos estão Álvaro López Miera, ministro das Forças Armadas Revolucionárias, o chefe do Estado-Maior, general Roberto Legra Sotolongo, e os adidos militares na Rússia e na China.


Fonte: Portal do Holanda

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