Grupo de defesa dos direitos humanos pede que WTA revogue política de testes para comprovar sexo das jogadoras
A Sport & Rights Alliance solicitou à WTA a revogação de sua política de testes de sexo, considerando-a discriminatória.
A WTA implementou a exigência de testes genéticos para o gene SRY, que determina o sexo biológico das jogadoras.
A medida gerou controvérsia, com apoio de figuras como Aryna Sabalenka e preocupações expressas por Coco Gauff sobre seu impacto na comunidade trans.
NOVA YORK, 13 Ago (Reuters) – A Sport & Rights Alliance, uma entidade de defesa dos direitos humanos no esporte, pediu nesta quinta-feira que a Associação de Tênis Feminino (WTA) revogue sua política de testes de sexo, classificando-a como uma medida discriminatória no esporte.
O circuito de tênis feminino anunciou no mês passado que exigiria que as jogadoras passassem por um teste genético único para o gene SRY, que ajuda a determinar o sexo biológico e pode ser realizado por meio de um esfregaço bucal ou exame de sangue.
“A WTA pode alegar que não tem a intenção de causar danos, mas boas intenções nunca apagarão o estigma e o trauma que mulheres e meninas sofrerão devido aos testes de sexo”, disse Andrea Florence, diretora executiva da Sport & Rights Alliance, uma coalizão de grupos de defesa de direitos humanos no esporte.
Fonte: Portal do Holanda
