Le Pen, da extrema direita, e Mélenchon, da extrema esquerda, devem disputar 2º turno na França, diz pesquisa

Le Pen, da extrema direita, e Mélenchon, da extrema esquerda, devem disputar 2º turno na França, diz pesquisa

Marine Le Pen, da Reunião Nacional, deve obter entre 35% e 36% dos votos no primeiro turno das eleições presidenciais da França.

Jean-Luc Mélenchon, do partido França Insubmissa, deve alcançar entre 17% e 18% dos votos, garantindo sua presença no segundo turno.

Le Pen venceria tanto Mélenchon quanto Edouard Philippe no segundo turno, com 69% contra Mélenchon e 57% contra Philippe, segundo a pesquisa.

28 Set (Reuters) – A candidata da extrema direita à Presidência da França, Marine Le Pen, e o candidato da extrema esquerda, Jean-Luc Mélenchon, devem chegar ao segundo turno nas eleições presidenciais do próximo ano em cada um dos cinco cenários analisados, de acordo com uma pesquisa eleitoral divulgada nesta segunda-feira.

Os resultados da pesquisa sugerem que os eleitores franceses podem enfrentar uma disputa entre os extremos nas eleições, marcadas para abril e maio do ano que vem, com os centristas ficando para trás em um momento de alta nos preços, economia estagnada e instabilidade geopolítica.

Le Pen, que lidera a extrema direita no partido Reunião Nacional (RN), deve obter entre 35% e 36% no primeiro turno, segundo a pesquisa da Toluna Harris Interactive, um aumento em relação aos 33% registrados em uma pesquisa anterior publicada em 14 de setembro.

Mélenchon, do partido França Insubmissa, enfrentaria Le Pen no segundo turno, obtendo entre 17% e 18% dos votos, de acordo com a pesquisa, realizada de 22 a 24 de setembro para o canal de TV francês M6 e o grupo de mídia RTL, com sede em Luxemburgo.

O principal candidato centrista, Edouard Philippe, deve obter de 13% a 16% dos votos, o que não seria suficiente para chegar ao segundo turno.

Le Pen derrotaria tanto Mélenchon quanto Philippe no segundo turno. Ela obteria 69% dos votos contra Mélenchon e 57% contra Philippe, segundo a pesquisa.

(Reportagem de Mateusz Rabiega, em Gdansk)


Fonte: Portal do Holanda

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