Países latino-americanos seguem os EUA e anunciam sanções contra facções criminosas
Países latino-americanos, incluindo Argentina e Colômbia, anunciaram sanções contra facções criminosas como PCC e CV, alinhando-se aos EUA.
As sanções incluem bloqueio de ativos financeiros e restrições de migração para integrantes e apoiadores das 24 organizações classificadas como "redes narcoterroristas armadas".
O bloco buscará apoio da OEA para convocar o Órgão de Consulta do TIAR, visando ações coordenadas de inteligência e segurança contra o narcotráfico.
Países latino-americanos alinharam-se aos Estados Unidos e anunciaram nesta terça-feira (22) sanções conjuntas contra facções criminosas da região, incluindo o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV). A iniciativa integra a coalizão Escudo das Américas, liderada por Washington e composta por 15 nações do continente.
Além dos Estados Unidos, assinam as sanções os seguintes países: Argentina, Bolívia, Chile, Colômbia, Costa Rica, República Dominicana, Equador, El Salvador, Guiana, Honduras, Panamá, Paraguai, Peru e Trinidad e Tobago.
Em comunicado conjunto divulgado pelo Departamento de Estado dos Estados Unidos nesta terça, os governos signatários justificam que as 24 organizações classificadas no documento como "redes narcoterroristas armadas" representam uma "ameaça imediata e universalmente compartilhada" à paz, à segurança e à prosperidade da população do Hemisfério Ocidental.
As punições previstas envolvem o bloqueio de ativos financeiros, restrições de migração e vistos para integrantes, associados e apoiadores, além do enquadramento criminal de indivíduos que prestem suporte logístico ou material a esses grupos. A aplicação das sanções ocorrerá conforme as legislações internas de cada país.
Para institucionalizar o cerco financeiro e operacional, o bloco pretende acionar o Conselho Permanente da Organização dos Estados Americanos (OEA) para convocar o Órgão de Consulta no âmbito do Tratado Interamericano de Assistência Recíproca (TIAR). A estratégia visa dar respaldo multilateral e acelerar ações coordenadas de inteligência e segurança contra o narcotráfico no continente. P
Fonte: Portal do Holanda
