Região Norte bate recorde histórico de passageiros em voos internacionais no primeiro semestre

Região Norte bate recorde histórico de passageiros em voos internacionais no primeiro semestre

Pela primeira vez, região supera a marca de 100 mil embarques internacionais entre janeiro e junho; movimentação aérea total alcança o melhor resultado da última década

A aviação internacional na região Norte alcançou um marco inédito no primeiro semestre de 2026. Entre janeiro e junho, os aeroportos da região embarcaram 103.868 passageiros em voos internacionais, crescimento de 30,7% em relação ao mesmo período do ano passado. É a primeira vez que a região supera a marca de 100 mil passageiros internacionais no semestre, registrando o melhor resultado da série histórica da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).

Considerando os voos domésticos e internacionais, a movimentação aérea da região somou 2.773.145 passageiros no período, alta de 0,3% em relação ao primeiro semestre de 2025 e o melhor desempenho da última década.

O crescimento da movimentação internacional foi impulsionado principalmente pelas ligações com Colômbia (25%), Panamá (23,8%), Portugal (19,5%), Estados Unidos (13,7%) e Suriname (12,8%), que concentraram a maior parte dos embarques internacionais da região. A predominância de países da América do Sul e da América Central reflete a posição estratégica da região Norte como porta de entrada e saída do Brasil para os mercados vizinhos.

No mercado doméstico, foram registrados 2.669.277 passageiros, volume praticamente estável em relação ao mesmo período de 2025. Já em junho, a região movimentou 476.026 passageiros em voos domésticos e internacionais, retração de 5,6% na comparação com o mesmo mês do ano anterior.

Aeroportos mais movimentados

Belém liderou a movimentação aérea na região Norte no primeiro semestre, com 960.854 passageiros embarcados, seguido por Manaus (756.146) e Palmas (179.000). Na sequência aparecem Macapá (155.359) e Porto Velho (139.285).

Aeroportos como Santarém (116.657), Boa Vista (96.730), Rio Branco (89.979) e Marabá (86.183) também mantiveram fluxo expressivo de viajantes, reforçando a capilaridade da malha aérea e sua importância para a ligação entre capitais e municípios do interior da Amazônia


Fonte: Agência Gov / Governo Federal

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