TBG prevê US$300 mi em reforços para atender térmicas do leilão de reserva

A Transportadora Brasileira Gasoduto Bolívia-Brasil (TBG) planeja investir US$300 milhões para atender a demanda do leilão de reserva de capacidade.

O presidente Jorge Hijjar aguarda a aprovação da ANP para iniciar as obras em estações de compressão e reforços nos dutos até 2031.

Os contratos com usinas termelétricas podem movimentar cerca de 14 milhões de metros cúbicos de gás natural por dia.

RIO DE JANEIRO, 23 Set (Reuters) – A Transportadora Brasileira Gasoduto Bolívia-Brasil (TBG) aguarda aval da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) para seguir adiante com investimentos de US$300 milhões necessários para atender uma demanda extra por gás do leilão de reserva de capacidade de março deste ano, afirmou o presidente, Jorge Hijjar, nesta quarta-feira.

O aporte prevê obras em estações de compressão e reforços nos dutos e precisa ser empenhado até 2031, segundo o executivo da TBG, que tem a Petrobras como principal sócia, com 51% de participação.

"Para que esse gás chegue a térmicas do leilão, a gente precisa de alguns reforços na malha; não muito grande, mas alguns reforços. E essa é uma definição que a ANP não pode demorar para (concluir), porque se ela demorar, a gente não consegue acabar para cumprimento do leilão", afirmou Hijjar.

Os contratos no âmbito da TBG com usinas termelétricas a partir do leilão podem representar uma movimentação de aproximadamente 14 milhões de metros cúbicos de gás natural por dia (m³/dia).

(Reportagem de Marta Nogueira. Edição de Alexandre Caverni)


Fonte: Portal do Holanda

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