Uefa mantém ameaça de boicote à Copa do Mundo, apesar da pressão da Fifa para pôr fim à turbulência
A Uefa reafirmou seu compromisso com o boicote à Copa do Mundo, alegando que as condições para retorno às competições da Fifa não foram atendidas.
A Fifa pediu desculpas a seus 211 membros por erros na proposta de venda de direitos comerciais, reconhecendo que o processo deveria ter sido diferente.
A Conmebol expressou preocupação com ações unilaterais da Fifa e defendeu a importância do diálogo e da transparência nas reformas institucionais.
6 Ago (Reuters) – É improvável que a tentativa da Fifa de superar a maior crise interna do mandato de Gianni Infantino à frente da entidade ponha fim ao escrutínio sobre a forma como o futebol mundial é governado, já que a Uefa afirmou nesta quinta-feira que continua comprometida com o boicote à Copa do Mundo.
Um dia após a liderança da Fifa se reunir em Rabat, no Marrocos, para reafirmar publicamente o apoio a Infantino, a entidade mundial pediu desculpas aos seus 211 membros pelos erros relacionados à proposta abandonada de vender uma parcela do futuro comercial da Copa do Mundo.
A Fifa também se comprometeu a revisar os processos que levaram à controvérsia que desencadeou a revolta mais acirrada do mandato de Infantino, depois que as federações nacionais reclamaram terem sido deixadas de lado.
Em comunicado divulgado após a reunião de quarta-feira, a Fifa reconheceu que a proposta “deveria ter sido tratada de maneira diferente” e afirmou que não era sua intenção que o Conselho da Fifa ou as federações se sentissem excluídos do processo.
Fonte: Portal do Holanda
