Bombardeio russo contra escola na Ucrânia deixa 31 mortos e quase 50 desaparecidos
Forças russas bombardearam uma escola em Komyshuvakha, na região de Zaporizhzhia, resultando na morte de 31 pessoas e deixando 48 desaparecidos.
O ataque, ocorrido em 2 de outubro, feriu cinco pessoas e atingiu integrantes de equipes de resgate e policiais durante uma segunda ofensiva.
O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, condenou o bombardeio, enquanto a Rússia alegou que o alvo eram unidades militares ucranianas na região.
Ataque em escola na Ucrânia – Foto: Reprodução X
Pelo menos 31 pessoas morreram após forças russas lançarem nove bombas contra uma escola utilizada como abrigo e ponto de distribuição de ajuda humanitária na região de Zaporizhzhia, no sudeste da Ucrânia. O ataque ocorreu na segunda-feira (2), no vilarejo de Komyshuvakha.
Segundo autoridades ucranianas, outras 48 pessoas estão desaparecidas e cinco ficaram feridas. Entre os mortos estão dois integrantes de uma equipe de resgate e quatro policiais, atingidos durante uma segunda ofensiva contra o local.
O prédio era utilizado por moradores que permaneciam na região para receber alimentos e outros itens de assistência humanitária. Embora tivesse sido construído para funcionar como escola durante a guerra, as aulas foram interrompidas devido à proximidade dos combates.
De acordo com o governador regional interino, Mykhailo Semikin, os civis estavam abrigados em um porão reforçado, projetado para resistir à maioria dos ataques. No entanto, a força das explosões provocou o desabamento da estrutura de concreto e um incêndio.
O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, condenou o bombardeio e classificou o episódio como um ataque brutal contra a população civil.
Já o Ministério da Defesa da Rússia afirmou que a ofensiva teve como alvo unidades militares ucranianas nas proximidades de Komyshuvakha e em outras localidades da região.
O ataque aconteceu um dia após o encerramento de uma trégua local de seis dias, estabelecida para permitir a entrada de ajuda humanitária e a retirada de moradores de áreas de conflito.
Fonte: Portal do Holanda
